Colar-de-golfinhos – Senecio peregrinus

 Senecio peregrinus, Planta-golfinho, Golfinhos-voadores, Cordão-de-golfinhos

Foto: Raquel Patro

Uma suculenta delicada, o colar-de-golfinhos encanta crianças e adultos com suas folhas características, que lembram golfinhos pulando sobre as ondas. Apesar de muitas fontes considerarem o colar-de-golfinhos como uma espécie, trata-se na verdade de um híbrido, sendo que o nome correto é Senecio ‘Hippogriff’. Ele é resultante da hibridização entre o colar-de-pérolas (Senecio rowleyanus) com a planta-vela (Senecio articulatus). Os pais desse belo híbrido são originários do sul e sudoeste da África, assim, podemos considerar o seu habitat de forma semelhante.

Em altura o colar-de-golfinhos não ultrapassa 15 centímetros, mas se cultivado como planta pendente, seus ramos podem ultrapassar um metro de comprimento facilmente. Sua folhagem é muito característica, de cor verde-clara a levemente acinzentada e se apresenta no formato de golfinhos, suculentos, que atuam como janelas que permitem o máximo de entrada de luz e reduzem o excesso de transpiração ao mesmo tempo, como muitas espécies de suculentas que tem folhas parcialmente transparentes. Sob condições de maior luminosidade, preferencialmente com sol direto por algumas horas ao dia, a planta apresenta-se mais densa em folhas, enquanto que sob luz difusa, ela apresenta folhas mais espaçadas que podem eventualmente se abrir, perdendo o formato de golfinhos, e adquirindo a forma de pequenas arraias. A ramagem reptante e fina é semelhante a do colar-de-pérolas, sendo delicada e fácil de romper a trações mecânicas. Floresce no outono e inverno, despontando delicadas inflorescências, compostas por flores brancas que formam pequenos tufos com perfume de canela.

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O colar-de-golfinhos pode ser utilizado como forração, mas sua curiosa folhagem é mais valorizada em vasos, cestas ou jardineiras pendentes, debruçando seus delicados ramos com golfinhos saltitantes para que apreciemos de perto em varandas ou ambientes internos naturalmente bem iluminados. Cultivado isolado ou em composições com outras suculentas, ele invariavelmente provoca espanto e admiração em seus espectadores.

Foto de Raquel Patro
Deve ser cultivado sob meia sombra ou abundante luz filtrada, solo perfeitamente drenável e regas espaçadas. As condições ideais de luminosidade para a espécie incluem abundante iluminação indireta o dia todo, com algumas horas de sol direto pela manhã. O sol quente do meio dia e da tarde provocam queimaduras em suas folhas. Da mesma forma que outras suculentas, o colar-de-golfinhos aprecia que seu substrato seque entre as regas, mas ele pode conter um pouco mais de matéria orgânica que o comum para suculentas, uma vez que aprecia um pouco mais de umidade. Mas cuidado, o colar-de-golfinhos é igualmente sensível a encharcamentos e consequente redução na aeração do substrato, que provoca o apodrecimento das raízes e morte da planta. Durante o inverno, é importante reduzir as regas, mantendo o substrato ligeiramente mais seco. Não tolera geadas ou frio intenso, e deve ser levado para ambientes internos durante invernos rigorosos. Tolerante a curtos períodos de estiagem.

Obtenha vasos densos, realizando mergulhia dos ramos e assim estimulando a formação de raízes em vários pontos do caule. A poda das pontas do ramos também é interessante, uma vez que provoca a quebra da dominância apical e estimula a ramificação da planta. Multiplica-se facilmente por estaquia de segmentos do caule, postos a enraizar no substrato ou em água, ou por mergulhia, prendendo ramos com grampos sobre o substrato para que criem novas raízes em contato com a terra. Após o enraizamento dos segmentos, o que pode levar de duas a três semanas, podemos separar as mudas da planta mãe e plantar em local definitivo.

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Alerta:

Essa planta é considerada tóxica.