Jibóia-prateada – Scindapsus pictus Argyraeus

 Scindapsus pictus Argyraeus, Era-do-diabo, Jibóia, Potos-acetinados, Potos-cetim

Foto: Tim S

A jibóia-prateada é uma planta herbácea, de ramagem ascendente, que encanta pela delicadeza de suas folhas. Ela apresenta caule pouco ramificado, fino, com raízes nos entre-nós que promovem a sua fixação em suportes variados. Suas folhas são simples, glabras, cordiformes a ovaladas, suculentas, verdes, com pontos irregulares prateados na página superior e verde-claros na inferior. A união dos pontos forma manchas maiores. As folhas ainda apresentam margens prateadas. A inflorescência é típica da família Araceae, com espádice e espata, surge eventualmente e não tem valor decorativo.

A jibóia-prateada é uma folhagem excelente para apreciarmos dentro de casa ou no escritório. Ela gosta do calor e da luz de uma janela, mas não aprecia o ar-condicionado. Também pode ser plantada diretamente no jardim, desde que lhe seja oferecido suporte para subir ou uma jardineira para que possa pender seus ramos. Treliças de madeira, árvores, estacas de fibra de côco, ou qualquer outro suporte de textura rugosa são excelentes para a escalada esta planta. O pinçamento ou beliscamento da ponta dos ramos desta jibóia estimula ramificações e produz uma planta de folhagem mais densa e bonita.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz difusa abundante, em substrato fértil, levemente ácido, com boa capacidade de retenção de água, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido. Planta tipicamente tropical, aprecia o calor e a umidade e não tolera frio intenso ou geadas. Adubações mensais são indicadas na primavera e verão. No inverno o intervalo entre as regas deve ser maior, para evitar o apodrecimento das raízes. Multiplica-se facilmente por divisão da ramagem enraizada, mergulhia e estaquia dos ramos.

Se este artigo ajudou você. Então compartilhe este artigo e ajude a divulgar essa informação.

Alerta:

Todas as partes desta planta são tóxicas e por isso devem ser mantidas fora do alcance de crianças e animais domésticos.

Conte-nos sua experiência sobre o assunto deste artigo

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *