Gengibre-de-kahili – Hedychium gardnerianum

O gengibre-de-kahili é uma planta herbácea, palustre, tropical, de porte arbustivo e florescimento decorativo. Seu caule é do tipo rizoma, horizontal, de onde saem os ramos eretos, altos, de até 2,5 metros de altura, formando touceiras verdes e viçosas. As folhas são alternas, verdes, coriáceas, grandes, inteiras, acuminadas, brilhantes, sésseis, de formato oblongo a lanceolado e com uma lígula membranosa. As inflorescências surgem no final do verão e no outono, e são eretas, longas, do tipo espiga, com numerosas flores amarelas, tubulares, perfumadas e com longos estames alaranjados. O fruto é uma cápsula oblonga, com numerosas sementes vermelhas e brilhantes.

No paisagismo, o gengibre-de-kahili pode ser utilizado para compor densos maciços e bordaduras em locais úmidos e que não seriam apropriados para outras plantas, encaixando-se perfeitamente em jardins de estilo tropical. Ele ainda oferece habitat para a vida silvestre, servindo de abrigo para pequenos répteis, anfíbios e outros animais. Também pode ser plantado em vasos e jardineiras grandes. Esta espécie pode se tornar invasiva em algumas situações.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido. É uma espécie ideal para áreas permanentemente encharcadas, tais como várzeas ou margens de açudes, lagos ou rios, pois tolera o excesso de água. Apesar de tropical, o gengibre-de-kahili tolera muito bem o clima subtropical ou temperado, podendo perder as folhas em um frio intenso ou por ocasião de alguma geada, mas rebrota em seguida na primavera. Multiplica por divisão do rizoma ou das touceiras.

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