Prímula – Primula x polyantha

A prímula é uma planta herbácea e delicada, que chama a atenção por suas flores de cores vibrantes. O nome primula é o diminutivo feminino de primus, do latim, que significa “primeiro” – uma alusão à floração da planta, que se dá no fim do inverno, antes da maioria das espécies. Ela é originária do cruzamento entre as espécies Primula vulgaris, P. acaulis e P. elatior. Suas folhas são basais, obovadas, rugosas, com margens dentadas e nervuras bem marcadas. As flores se formam no final do inverno e primavera, em uma inflorescência central, curto pedunculada. Elas são levemente perfumadas, e podem se simples (pentâmeras) ou dobradas. Ocorrem de diversas cores, desde o branco, amarelo, laranja, vermelho, vinho, roxo, violeta, etc e, na maioria das cultivares com o centro da flor amarelo. Ocorrem ainda flores de cores em degradeé e mesclas.

A beleza das prímulas pode ser aproveitada no jardim ou decorando ambientes internos. De porte baixo, cerca de 20 a 30 cm de altura, elas se prestam para a formação de maciços, bordaduras ou em conjuntos com outras flores e forrações, sempre em locais frescos e longe do sol forte do meio-dia. Há que se ter cuidado para não misturar as cores de forma aleatória, sob pena de perder facilmente a harmonia nos canteiros. Envasadas, elas se adaptam muito bem em locais próximos a janelas, onde recebem luz filtrada. Suas flores são consideradas comestíveis.

Deve ser cultivada sob meia-sombra, em solo fértil, levemente ácido, drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido. A prímula aprecia o clima temperado e subtropical, mas pode ser cultivada em locais mais quentes, tornando-se anual sob estas condições. Ela gosta de ambientes frescos, protegidos e úmidos, e não tolera estiagem, encharcamento, ar-condicionado ou geadas. Multiplica-se por divisão da planta e sementes postas a germinar no outono. As sementes germinam em cerca de 21 a 30 dias e levam pelo menos 240 dias até a floração.

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