Jerivá – Syagrus romanzoffiana

Seu estipe é elegante e único, alcançando de 8 a 15 metros de altura e podendo chegar a 60 cm de diâmetro. As folhas são longas, com 2 a 4 metros de comprimento, arqueadas, pendentes, pinadas e com numerosos folíolos.

As inflorescências surgem o ano todo, em cacho pendente, grande, ramificado, com pequenas flores de cor amarelo creme. O fruto é do tipo drupa, de cor amarela ou alaranjada, de formato globoso a ovóide, com polpa fibrosa, suculenta e doce. Cada fruto contém uma única semente, como um minúsculo coco, de sabor amendoado. Tanto os frutos, como as sementes dos jerivás são comestíveis. Também produz palmito.

No paisagismo, os jerivás podem ser utilizados isolados, em grupos ou renques. Seu ar imponente e majestoso ajuda a criar projetos de jardins sofisticados a um custo não tão elevado, se comparado a outras palmeiras. Da mesma forma, seu jeitão tropical é perfeito para jardins descontraídos à beira-mar ou em sítios. O jerivá também é muito atrativo para a fauna silvestre. As inflorescências são visitadas por abelhas diversas e os frutos são avidamente devorados por maritacas, papagaios, caturritas e esquilos. No seu ambiente natural, atrai também cachorros-do-mato e raposas.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Quando jovem, esta palmeira aprecia o sombreamento parcial. Tolera bem o frio e o calor, adaptando-se a uma ampla variedade climática, no entanto, aprecia a umidade tropical. Resiste muito bem ao transplante, mesmo os indivíduos adultos. Multiplica-se por sementes postas a germinar em recipientes com substrato arenoso, mantido úmido. Semear na primavera e verão, logo após a colheita e despolpa dos frutos quase maduros. A germinação ocorre após 2 a 5 meses.

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4 comments on “Jerivá – Syagrus romanzoffiana

  1. Plantei três em uma calçada em frente a uma casa que possua em meio urbano. Duas estão se desenvolvendo bem, mas, uma outra parece estar sendo predada por alguém, apesar de muito rústica, suas folhas tem sido quebradas por algum transeunte ou alguém sem coração e sem noções ecológicas. Fico triste

  2. Moro na área urbana e plantei uma mudinha que ganhei achando que seria uma palmeira de pequeno porte. No primeiro momento plantei em uma quadradinho na frente da minha casa, mas depois ela começou a crescer muito, fiquei com medo dela encostar nos fios da eletropaulo. Eu tirei da frente da casa e replantei dentro do meu quintal que também é pequeno. Esta árvore cresceu tanto que hoje ela deve estar com uns dez metros ou mais, está com quatro cachos, isso porque já consegui cortar três. É muito linda, e um dos cachos os coquinhos estão todos amarelinhos onde tenho a visita constantes de pássaros e principalmente de um casal de maritacas. Consigo visualizar a minha casa de longe por causa do meu coqueiro que é o único da rua. Porém acho que vou ter que mandar alguém cortar os cachos, minha rua está cheia de coquinhos e os vizinhos eu acho que querem me matar. Procuro sempre varrer a rua mas como trabalho não tenho muito tempo. Tenho outras plantas no mesmo espaço e com a queda dos coquinhos acaba estragando as outras. Tem um cacho que está bem em cima de um pé de jabuticaba a hora que ele ficar maduro ele vai acabar com minha jabuticabeira e também com o meu pé de figo. Este espaço é pequeno ele tem 5m quadrados. Agora estou de férias e passo uma boa parte do meu tempo literalmente ” catando coquinho” Tenho muita dó de cortar estes cachos mas acho que não tenho outra alternativa.

  3. Meu Coqueiro Jerivá acompanhou grande parte de minha história de vida. Amo o sabor doce de seus frutos, e a quantidade de maritacas e papagaios que atrai.
    Há duas semanas deu seu último suspiro, e o que restava de sua pouca copa desabou. Não sei dizer por quantos anos ele viveu, mas guardo boas recordações.

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