Cananga-do-japão – Kaempferia rotunda

A cananga-do-japão, também chamada de flor-da-ressurreição, é uma planta herbácea, rizomatosa, de folhagem e floração peculiares e ornamentais. O rizoma da planta, rico em substâncias de reserva, permite que ela entre em dormência no inverno, com o amarelecimento e quedas das folhas. Na primavera, surgem inicialmente as flores, brotando diretamente do solo, em seguida, as primeiras folhas de uma linda folhagem entouceirada aparece, para aproveitar todo o calor e a luz da primavera e verão.

Suas folhas são grandes, eretas, largas, de cor verde-pálido, com manchas regulares centrais de cor verde-escura. A página inferior das folhas apresenta uma tonalidade roxa a bronzeada, que lhe confere um charme especial. Seus pecíolos se unem de maneira sobreposta, formando uma estrutura de sustentação que se parece um caule. Atinge de 30 a 60 cm de altura. As flores delicadas e perfumadas, apresentam duas pétalas superiores e sépalas de cor rosa claro e duas pétalas inferiores rosa arroxeadas. O conjunto das pétalas lembra orquídeas e amores-perfeitos no aspecto.

No jardim ou em ambientes internos, a cananga-do-japão surpreende com seu efeito mutável. Nos meses quentes ela é uma bela folhagem tropical. No inverno desaparece, aparentando estar morta, sendo que na verdade está apenas “dormindo”. Na primavera surgem as flores, diretamente da terra, e apesar de durarem poucos dias, são repostas sucessivamente por cerca de um mês.

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou luz difusa, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e mantido úmido no período vegetativo. Prefere o clima tropical e subtropical. As regas devem ser suspensas no inverno e retomadas quando surgirem os primeiros brotos. Fertilizações com farinha de ossos no plantio, replantio e período vegetativo estimulam florações abundantes. Pode ser plantada em vasos e jardineiras. Multiplica-se facilmente pela divisão de rizomas.

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  • carla maria

    Moravamos em Petropolis no ano da novela e recebi de nh chefe as batatas que mantivamos num prato com agua e depois colocamos os bulbos no canteiro, tivemos umas 6 florações. E depois perdemos.

    Foi periodo muito bom, meus pais estavam vivo,e nunca mais soube onde obter bulbo. de outra planta também a coroa do imperador.

  • Ganhei os bulbos de Sueli Terezinha Dissenha há apenas quatro dias.Amiga e vizinha de bairro, botânica amadora como eu. Sei que Sueli também a recebeu como presente. Os plantei num aquário vazio. As flores abriram inesperadamente, como uma surpresa.

  • Clelia

    Minha māe tinha essa planta a mais de trinta anos .Quando Ela faleceu ,a dois anos ,antes pediu para eu cuidar da planta pra ela.Quando ela ganhou, a pessoa que lhe presenteou disse que ela se chamava orquideas de pires .E ela me ensinou a cuidar assim:Depois que todas as folhas murcharem e morrer esperamos pelas Flores.Assim que nascer a primeira flor arrancamos todas as batatas da terra colocamos num pires ou em uma vasilha em cima da mesa dentro de casa,assim podemos apreciar as flores e seu perfume que e maravilhoso ,por isso o nome de orquideas de pires.Depois que parra de florir é só enterrar as batatas de novo.Já fiz isso dois anos com a minha desde que minha māe faleceu,as batatas já eumentaram give de colocar em dois vasos.

  • Clelia

    Esqueci de dizer .No Rio de Janeiro na casa progreso no centro do rio ,vende o bulbo dessa planta Kananda do japāo